A natureza em si, ou a natureza para a consciência que se tem dela,
O movimento na substância das coisas,
As coisas no movimento substantivo das formas,
As formas da consciência na percepção do fenômeno observável,
O observador como parte da observação, no observado,
O conhecimento aos saltos luminosos de massas e energias indesnudáveis,
Mas nuas no experimento fundador,
A orquestração de fórmulas perfeitas, acabadas, consistentes,
Belas em sua verdade abstratamente imperativa,
Sensivelmente intangível, empiricamente indemonstrável,
Dualidade de mundos, multiplicação de universos,
Dobraduras do tempo e do espaço,
Rugas infinitas do espaço-tempo!
domingo, outubro 29, 2006
Alguns endereços interessantes
· Adoro física – http://www.adorofisica.com.br
· Bússola escolar - http://www.bussolaescolar.com.br/
· Escola 24h - http://www.escola24h.com.br/
· Física net - http://www.fisica.net/
· Geocities - http://www.geocities.com/
· Bússola escolar - http://www.bussolaescolar.com.br/
· Escola 24h - http://www.escola24h.com.br/
· Física net - http://www.fisica.net/
· Geocities - http://www.geocities.com/
*** ***
A vida é como jogar uma bola na parede:
Se for jogada uma bola azul, ela voltará azul;
Se for jogada uma bola verde, ela voltará verde;
Se a bola for jogada fraca, ela voltará fraca;
Se a bola for jogada com força, ela voltará com força.
Por isso, nunca "jogue uma bola na vida" de forma que você não esteja pronto a recebê-la.
A vida não dá nem empresta; não se comove nem se apieda.
Tudo quanto ela faz é retribuir e transferir aquilo que nós lhe oferecemos.
(Einstein)
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A vida é como jogar uma bola na parede:
Se for jogada uma bola azul, ela voltará azul;
Se for jogada uma bola verde, ela voltará verde;
Se a bola for jogada fraca, ela voltará fraca;
Se a bola for jogada com força, ela voltará com força.
Por isso, nunca "jogue uma bola na vida" de forma que você não esteja pronto a recebê-la.
A vida não dá nem empresta; não se comove nem se apieda.
Tudo quanto ela faz é retribuir e transferir aquilo que nós lhe oferecemos.
(Einstein)
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O primeiro dia
Ontem eu fui dormir mais cedo. Queria descansar para hoje.
A expectativa de retorno às aulas não me deixou dormir direito.
Os sonhos foram confusos, chegava atrasada, esquecia de por a roupa, ou então, que ia descalça.
Acordei com aquela sensação de “primeiro dia de aula”.
Corro para me arrumar.
Quero causar uma boa impressão nesse primeiro dia.
À medida que me aproximo do colégio, sinto as minhas mãos suando, as pernas meio inseguras.
Inspiro profundamente, planto um sorriso no rosto e avanço.
Portão de entrada, estacionamento, área comum, com meu material pesando cada vez mais nos braços, e, a cada passo, encontro rostos sorridentes, abraços, beijos, saudações por todos os lados.
Muitos rostos conhecidos e alguns desconhecidos.
Converso com alguns, aceno para outros, lanço beijinhos, recebo tantos outros.
Em meio a essa balbúrdia, o tempo vai passando.
Está chegando o momento mais temido, ir para a sala.
O que será que vou encontrar?
Como serei recebida?
O que faço?
O alarme toca, dando início ao período letivo.
Meu coração dá aquele pulinho de expectativa.
Com meu material em mãos, começo a me dirigir à minha sala.
Muitos já se encontram lá dentro.
Por que não cheguei mais cedo e os esperei lá dentro?
Seria mais fácil, eles me cumprimentarem.
Paciência. Agora eu, por ter chegado depois é que teria de cumprimentá-los.
Paro à porta, dou uma olhadinha, respiro fundo e entro.
Procuro um local para colocar os livros.
Alguns param a conversa, outros me encaram....
Solto o ar que estava preso...
Olho para todos, torno a respirar.... e começo:
- Bom dia, turma.
- Bom dia.
- Meu nome é Tatiana e sou a professora de física de vocês.
A expectativa de retorno às aulas não me deixou dormir direito.
Os sonhos foram confusos, chegava atrasada, esquecia de por a roupa, ou então, que ia descalça.
Acordei com aquela sensação de “primeiro dia de aula”.
Corro para me arrumar.
Quero causar uma boa impressão nesse primeiro dia.
À medida que me aproximo do colégio, sinto as minhas mãos suando, as pernas meio inseguras.
Inspiro profundamente, planto um sorriso no rosto e avanço.
Portão de entrada, estacionamento, área comum, com meu material pesando cada vez mais nos braços, e, a cada passo, encontro rostos sorridentes, abraços, beijos, saudações por todos os lados.
Muitos rostos conhecidos e alguns desconhecidos.
Converso com alguns, aceno para outros, lanço beijinhos, recebo tantos outros.
Em meio a essa balbúrdia, o tempo vai passando.
Está chegando o momento mais temido, ir para a sala.
O que será que vou encontrar?
Como serei recebida?
O que faço?
O alarme toca, dando início ao período letivo.
Meu coração dá aquele pulinho de expectativa.
Com meu material em mãos, começo a me dirigir à minha sala.
Muitos já se encontram lá dentro.
Por que não cheguei mais cedo e os esperei lá dentro?
Seria mais fácil, eles me cumprimentarem.
Paciência. Agora eu, por ter chegado depois é que teria de cumprimentá-los.
Paro à porta, dou uma olhadinha, respiro fundo e entro.
Procuro um local para colocar os livros.
Alguns param a conversa, outros me encaram....
Solto o ar que estava preso...
Olho para todos, torno a respirar.... e começo:
- Bom dia, turma.
- Bom dia.
- Meu nome é Tatiana e sou a professora de física de vocês.
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